O debate sobre procedimentos estéticos costuma girar em torno de uma preocupação comum: o medo de perder a própria identidade. A dúvida é legítima, afinal, até que ponto é possível rejuvenescer sem deixar de ser reconhecido como si mesmo?
O caso do ator Maurício Mattar reacendeu essa conversa ao mostrar um resultado que chamou atenção justamente pela naturalidade. Mais jovem, mas ainda claramente ele.
Segundo a Dra. Regiane Carvalho, esse tipo de resultado não acontece por acaso. Ele é fruto de estratégia.
Diferente da ideia popular de transformação estética, o objetivo moderno dos procedimentos não é mudar traços ou criar um novo rosto, mas corrigir pontos específicos que incomodam o paciente. Com o passar do tempo, a face perde estrutura, o contorno facial se altera e há um deslocamento natural dos tecidos, que afeta não apenas a pele, mas toda a harmonia facial e até o pescoço.
Nesse contexto, rejuvenescer significa devolver sustentação, leveza e equilíbrio, não modificar identidade.
Um ponto destacado pela especialista é que o medo, muitas vezes visto como um obstáculo, pode ser positivo. Ele leva o paciente a buscar informação, refletir sobre suas expectativas e escolher profissionais que priorizam escuta, planejamento e individualidade.
A estética estratégica parte justamente desse princípio: entender o que o paciente deseja preservar, antes mesmo de pensar no que será tratado. Quando bem conduzido, o resultado não parece um procedimento estético. A percepção externa costuma ser apenas uma, alguém que aparenta estar bem, seguro e em harmonia consigo mesmo.
Em vez de transformação, o foco passa a ser autenticidade.
Assista ao vídeo completo em que a Dra. Regiane Carvalho analisa o caso de Maurício Mattar e explica por que rejuvenescer não é mudar, mas valorizar quem você já é.
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Um post compartilhado por Regiane Carvalho | Harmonização facial | CRBM 19900 (@draregianecarvalho)









